Escolher moradia com calma e em família
Para famílias que precisam decidir onde um idoso querido vai morar.
De uma mudança em família à consultoria
A consultoria nasceu de uma experiência comum: uma família que precisou escolher um residencial às pressas, sem saber o que perguntar nas visitas nem como comparar as casas que conheceu.
Depois vieram amigos e vizinhos com a mesma dúvida. O que faltava não era lista de endereços, e sim alguém para ouvir o idoso, organizar critérios e ir junto às visitas.
Daí o nosso jeito de trabalhar: conversa com a família, perfil por escrito, seleção de opções, visitas acompanhadas, comparação e apoio na mudança.
Atendemos no Rio de Janeiro e em cidades vizinhas do estado, presencialmente e online. Também indicamos cuidadores e orientamos a adaptação da casa quando for o caso.
Clareza desde o início
Explicamos cada tipo de moradia e cada etapa antes de qualquer visita.
O idoso no centro
A pessoa que vai morar participa das conversas e das visitas sempre que puder e quiser.
Revisão após a mudança
Voltamos a conversar nas primeiras semanas para ajustar o que for preciso.
Tudo por escrito
Perfil, visitas e comparativo ficam registrados e à disposição de toda a família.
«A melhor moradia é aquela que a pessoa idosa ajudou a escolher.»
Mudar de casa na velhice mexe com hábitos, vizinhos e lembranças. Quando a escolha é feita só pelos filhos, a adaptação costuma pesar mais. Por isso ouvimos o idoso primeiro, visitamos juntos e comparamos com critérios claros.
A voz de quem vai morar
Desejos e receios do idoso entram no perfil desde o início.
Visita antes de decidir
Nenhuma escolha é fechada sem conhecer a casa de perto.
Critérios claros
Comparamos as opções pelo que importa à família, não por impressões.
O que dizem as famílias
Relatos de filhos, netos e dos próprios moradores, publicados com a autorização de cada um.
Tínhamos três residenciais na lista e nenhum critério. Saímos da primeira conversa com um perfil claro da minha avó.
Eu achava que a decisão era dos meus filhos. A consultora perguntou primeiro o que eu queria, e isso fez diferença.
Ler o contrato do residencial junto com alguém de fora nos deu tranquilidade para assinar.
Comece por uma conversa com a sua família
Uma conversa com um consultor para entender a situação, os desejos do idoso e o prazo da família. Dela sai o próximo passo.