Consultoria em moradia para idosos

Escolher moradia com calma e em família

Para famílias que precisam decidir onde um idoso querido vai morar.

Juntos em cada visita à casa
Foto: jardim de um residencial sênior
Nossa origem

De uma mudança em família à consultoria

A consultoria nasceu de uma experiência comum: uma família que precisou escolher um residencial às pressas, sem saber o que perguntar nas visitas nem como comparar as casas que conheceu.

Depois vieram amigos e vizinhos com a mesma dúvida. O que faltava não era lista de endereços, e sim alguém para ouvir o idoso, organizar critérios e ir junto às visitas.

Daí o nosso jeito de trabalhar: conversa com a família, perfil por escrito, seleção de opções, visitas acompanhadas, comparação e apoio na mudança.

Atendemos no Rio de Janeiro e em cidades vizinhas do estado, presencialmente e online. Também indicamos cuidadores e orientamos a adaptação da casa quando for o caso.

Clareza desde o início

Explicamos cada tipo de moradia e cada etapa antes de qualquer visita.

O idoso no centro

A pessoa que vai morar participa das conversas e das visitas sempre que puder e quiser.

Revisão após a mudança

Voltamos a conversar nas primeiras semanas para ajustar o que for preciso.

Tudo por escrito

Perfil, visitas e comparativo ficam registrados e à disposição de toda a família.

O princípio

«A melhor moradia é aquela que a pessoa idosa ajudou a escolher.»

Frase que abre toda primeira conversa

Mudar de casa na velhice mexe com hábitos, vizinhos e lembranças. Quando a escolha é feita só pelos filhos, a adaptação costuma pesar mais. Por isso ouvimos o idoso primeiro, visitamos juntos e comparamos com critérios claros.

A voz de quem vai morar

Desejos e receios do idoso entram no perfil desde o início.

Visita antes de decidir

Nenhuma escolha é fechada sem conhecer a casa de perto.

Critérios claros

Comparamos as opções pelo que importa à família, não por impressões.

Famílias atendidas

O que dizem as famílias

Relatos de filhos, netos e dos próprios moradores, publicados com a autorização de cada um.

Tínhamos três residenciais na lista e nenhum critério. Saímos da primeira conversa com um perfil claro da minha avó.

Patrícia L.
neta de moradora, Botafogo

Eu achava que a decisão era dos meus filhos. A consultora perguntou primeiro o que eu queria, e isso fez diferença.

Walter S.
morador de residencial, Méier

Ler o contrato do residencial junto com alguém de fora nos deu tranquilidade para assinar.

Cláudia F.
filha de moradora, São Gonçalo

Comece por uma conversa com a sua família

Uma conversa com um consultor para entender a situação, os desejos do idoso e o prazo da família. Dela sai o próximo passo.